Conselho Geral da USF Serra da Lousã : 28 de Janeiro de 2017

Decorreu no passado dia 28 de janeiro de 2017,  o conselho geral da USF Serra de Lousã, cujo resumo se apresenta para conhecimento publico.

 

 

ELEITOS OS NOVOS ÓRGÃOS DA USF PARA O ANO DE 2017

Último mandato (anual) do DR. João Rodrigues

 

O Conselho Geral da USF, reuniu dia 28 de janeiro, no Museu Prof. Viana de Lemos na Lousã para analisar o ano de 2016, eleger os seus órgãos para 2017 e programar os seus instrumentos de trabalho.

O Coordenador da USF eleito por 14 votos favoráveis e um voto branco, é o Dr. João Rodrigues que confirmou que será o seu último mandato como Coordenador da USF.

Para o Conselho Técnico, foram indigitados a médica, Joana Fernandes e o Enfermeiro, Fausto Cardoso.

Podem consultar a composição dos “outros órgãos de apoio” ou  “Núcleos Facilitadores”, onde se destaca, pelo enorme simbolismo, a organização do nosso 10º Aniversário, pretendendo-se envolver o poder local e a nossa população na semana de 13 a 19 de novembro.

 


 

ÓRGÃOS DA USF – 2017

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  1. CONSELHO GERAL: órgão máximo da USF, onde estão representados todos os profissionais da USF (listagem actualizada).
  1. COORDENADOR:
  • João Rodrigues
  • Mandato anual.
  • Com excepção das funções de “coordenar as actividades da equipa multiprofissional, de modo a garantir o cumprimento do plano de acção e os princípios orientadores da actividade da USF e presidir ao Conselho Geral da USF”, pode delegar, com faculdade de subdelegação, as suas competências noutros elementos da USF.
  1. CONSELHO TÉCNICO:
  • Médico: Joana Fernandes
  • Enfermeiro: Fausto Cardoso
  • Mandato anual com distribuição de funções (anexo II).

4-Outros órgãos de apoio ou Núcleos Facilitadores:

2017

 

Áreas de Apoio Interlocutores/Facilitadores

(“Núcleos Facilitadores”)

Interlocutor/Responsável Núcleo de Facilitadores
Contratualização, Monitorização e BI da USF João Rodrigues

(e Co-Coordenadores)

João Fernandes, Ana Paula Esteves, Fátima Moreira e Inês Tinoco
Organização do 10º aniversário da USF Paula Braga da Cruz Isabel Raposo, Ana Paula Esteves, Joana Pessoa, Luís Amaral e Jorge Rodrigues
Departamento da Felicidade

 

Carlos Neves Tatiana Peralta, Dores Seco e Sónia Tomé

 

Processo de Acreditação (@Acredita), Auditorias Internas e Humanização da USF Paula Braga da Cruz Ana Soares, Ana Paula, João Fernandes, Joana Pessoa, Luís Amaral e Jorge Pedrosa Rodrigues
Gestão do Material Clínico Fausto Cardoso Carlos Neves, João Fernandes (vacinas), Dores Seco e Isabel Raposo
Gestão do Material do Secretariado

 

João Paulo Sónia Tomé, Dores Seco e Isabel Raposo
Viaturas (limpeza, utilização, combustível, etc)

 

Anabela Girão Fátima Moreira e Rosário Colaço
Meios de Comunicação (newsletter da USF, página web e outros)

 

Luís Amaral Jorge Rodrigues e Paulo Costa
Apoio à Comissão de Utentes Jorge Rodrigues Comissão de Utentes

Tatiana Peralta e Sónia Tomé

 

Núcleo de Internos

 

Luís Amaral Tatiana Peralta 

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– CONSTITUIÇÃO DA EQUIPA – 2017

Identificação, grupo profissional e vínculo laboral dos elementos da equipa multiprofissional

Nome Grupo Profissional Vínculo e Regime Mapa de Pessoal (ACES e CS)
Ana Margarida Lopes Soares M CTFP-42h ACES PIN (CSLousã)
Jorge Henrique Pedrosa Rodrigues[1] M CTFP-40h ACES PIN (CSLousã)
João Nunes Rodrigues (Coordenador) M CTFP-42h ACES Baixo Mondego (CS Norton de Matos)
Paulo Jorge Pereira Costa M CTFP-35h ACES PIN (CSLousã)
Paula Maria Vasquez Braga da Cruz M CTFP-42h ACES PIN (CSLousã)
Maria Joana Sousa Fernandes Oliveira Liberato M CTFP-42h ACES PIN (CSLousã)
Fausto Jorge Lopes Cardoso E CTFP-35h ACES PIN (CSLousã)
João Alberto Carvalho Fernandes E CTFP-35h ACES PIN (CSLousã)
Maria de Fátima Castanheira de Jesus Moreira E CTFP-35h ACES PIN (CSLousã)
Anabela Reis dos Santos Girão E CTFP-35h ACES PIN (CSLousã)
Carlos Manuel Henriques das Neves E CTFP-35h ACES PIN (CSLousã)
Carla Cristina da Piedade Correia Reboredo[2] E CTFP-35h ACES PIN (CSGóis)
Ana Paula Monteiro Ferreira Esteves A CTFP-35h ACES PIN (CSLousã)
Anabela Côrtes Ramos A CTFP-35h ACES PIN (CSLousã)
João Paulo Prata da Silva A CTFP-35h ACES PIN (CSLousã)
Sónia Marisa Pereira Domingos Tomé A CTFP-35h ACES PIN (CSLousã)

Notas:

1) -Três Assistentes Operacionais, cedidas pela UAG, cedência normalizada em Manual de Articulação: Isabel Raposo, Maria Dores Seco e Maria do Rosário Antunes.

2) -Nutricionista: Paula Ângelo, cedência parcial do ACES PIN formalizada em protocolo clínico de articulação.

3) – Psicólogas Clínicas: Alexandra Martins, em regime de voluntariado.

4) – Outras colaborações: Joaquim Cardoso (Representante da UAG) e Assistente Social (Mónica Seco – Gabinete do Cidadão).

[1] 36 horas/semana na USF Serra da Lousã com 4 horas afetas à ERA do Centro

[2] 20 horas/semana na USF Serra da Lousã e Regime de tempo parcial no CS de Góis

 


Conselho Técnico – Distribuição de Tarefas – 2017

Artigo 14.º, Conselho técnico – Composição e Distribuição de Tarefas 

 

Competências do Conselho Técnico Quem é o médico? Quem é o enfermeiro?
Representação Externa da USF nas competências do Conselho Técnico Joana Fernandes Fausto Cardoso
Orientação necessária à observância das normas técnicas emitidas pelas entidades competentes e a promoção de procedimentos que garantam a melhoria contínua da qualidade dos cuidados de saúde, tendo por referência a carta da qualidade.  

 

Núcleo de Acreditação

Avaliar o grau de satisfação dos utentes da USF e dos profissionais da equipa. Joana Fernandes Fausto Cardoso
Elaborar e manter actualizado o manual de boas práticas.

 

Núcleo de Acreditação
Organizar e supervisionar as actividades de formação contínua e de investigação. Joana Fernandes Fausto Cardoso
Emitir parecer fundamentado sobre a avaliação de desempenho dos enfermeiros da USF   Fausto Cardoso

  

Três prioridades para 2017:

1.Calendarizar e coordenar as reuniões clínicas entre médicos e enfermeiros, sobre as temáticas do plano interno de formação.

Nota: nas temáticas globais, exemplo, “Ética na prática dos Cuidados de Saúde”, devem também estar os Secretários Clínicos.

2.Coordenar a discussão da referenciação clínica, fomentando a discussão clínica com a participação do médicos e enfermeiros.

3.Programar trabalho na área da Prevenção Quaternária (adaptar a proposta de JPR no CAF da USF-AN) internamente e com os utentes, e eventualmente com as farmácias.


– PROGRAMAS HORIZONTAIS DO PLANO DE actividades  

Programas e Responsáveis pela Monitorização – 2017

Programas Responsáveis pela Revisão
Programa de Saúde Infantil e Juvenil

 

Paula Braga da Cruz e Fátima Moreira
Programa de Planeamento Familiar Paulo Costa e Fátima Moreira

 

Programa de Saúde Materna

 

Joana Fernandes e Anabela Girão
Programa de Prevenção Oncológica Joana Fernandes e Carlos Neves

 

Programa de Vigilância de Diabéticos João Rodrigues e Carla Reboredo

 

Programa de Vigilância de Hipertensos Ana Soares e Anabela Girão

 

Programa de Saúde do Idoso

 

Fausto Cardoso e João Rodrigues
Programa de Vacinação João Fernandes e Paulo Costa

 

Programa de Cuidados em Situações de Doença Aguda João Rodrigues e Fausto Cardoso
Programa de Visitação Domiciliária

 

Carlos Neves e Ana Soares
Plano de Desenvolvimento Profissional e Formação CT e Coordenador

Conselho Geral da USF

Lousã, 28 de janeiro de 2017

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Conceito de “Check-Up”

As consultas de “rotina” integram um conjunto de actividades preventivas, que podem ir desde um exame auxiliar de diagnóstico a um simples conselho do médico de família e/ou enfermeiro de família, englobando um conjunto de atitudes:

  • Aconselhamento sobre dieta, exercício físico, álcool, tabaco, outras drogas, stress e prevenção de acidentes;
  • Avaliação regular do peso e tensão arterial;
  • Vacinação;
  • E se necessário, análises clínicas ou outros exames auxiliares de diagnóstico.

O “check-up” indiscriminado caiu em desuso nos países desenvolvidos pela sua escassa utilidade. Na USF SL, numa consulta médica e/ou de enfermagem será avaliada a sua história clínica e familiar, feita a observação física e ponderados um conjunto de atitudes, tendo em conta o sexo, idade, história pessoal e familiar de cada doente, surgindo depois a necessidade ou não de exames.

No quadro abaixo estão indicadas as acções preventivas que devem ser efectuadas a adultos saudáveis, sem queixas e sem factores de risco, e a periodicidade com que devem ser realizados.

Versão da USF Serra da Lousã, janeiro de 2017

Avaliações a fazer na consulta

Frequência e Idade de início de avaliação nos adultos

PREVENÇÃO DE DOENÇAS CRÓNICAS

Hábitos tabágicos(1) Sempre que oportuno em maiores 18 anos
Peso(1) A cada 2 anos  em maiores 18 anos
Hábitos alimentares(1) A cada 2 anos  em maiores 18 anos
Hábitos alcoólicos(1) A cada 3-4 anos  em maiores 18 anos
Hábitos exercícios físicos (1) A cada 2 anos  em maiores 18 anos
Osteoporose(2) Densitometria óssea única, a mulheres maiores 65 e homens maiores de 70 anos

PREVENÇÃO DE DOENÇAS CARDIOVASCULARES

Tensão arterial(1)(3) A cada 2 anos após os 18 anos
Colesterol(2) A cada 5 anos, homens maiores de  40 e mulheres maiores de  50 anos
Diabetes(5) glicémia em jejum cada 3 anos, a partir dos 45 anos
Aneurisma da aorta abdominal (se fumador)(3) ecografia abdominal única, homens entre os 65-75 anos

PREVENÇÃO DO CANCRO

Próstrata(1)(3) Não existe consenso internacional para a realização de rastreio com PSA
Colo do útero(1)(3)(4) Mulheres cada 3 anos após duas citologias anuais normais; 25-64 anos
Mama(1)(3)(4) Mamografia em mulheres cada 2 anos dos 50 – 69 anos
Intestino-cólon(1)(3)(4) Periodicidade depende do exame; 50-74 anos

VACINAÇÃO

Vacina tétano(2) Vacinação aos 10, 25, 45, 65 anos …. (10/10 anos)
Vacina gripe sazonal(2) Anual em maiores 65 anos

Os seguintes exames não estão recomendados por rotina (“check-up”):

Rx tórax

Análises à tiróide

Endoscopia digestiva alta

Análises ao fígado

Electrocardiograma

Análises ao rim

Hemograma
 

Os exames auxiliares de diagnóstico, quando não usados de modo correcto, podem ter efeitos secundários negativos para a saúde da própria pessoa.

 

Referências:

(1)Royal Australian College of Family Practitioneres

(2)Direcção Geral de Saúde

(3)United States Preventive Services Task Force

 

(4)Plano Oncológico Nacional, Ministério da Saúde

(5)American Diabetes

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Medicamentos antigripais são desaconselhados

01 dezembro 2016 Link Original

Os antigripais visam combater vários sintomas da gripe e constipação, mas a sua utilidade é duvidosa.

Os antigripais combinam várias substâncias ativas, incluindo anti-histamínicos, descongestionantes, paracetamol ou ácido acetilsalicílico, vitamina C e cafeína. Falamos de medicamentos bem conhecidos, como o Cêgripe e o Ilvico N, entre outros.

Em geral, podem ser comprados sem receita médica, mas não são recomendados, por diversas razões:

  • têm vários princípios ativos, logo o risco de efeitos adversos é maior, sem aumento de eficácia;
  • podem incluir uma substância contraindicada para o paciente, que pode tomá-la sem se aperceber;
  • existe a possibilidade de sobredosagem, se tomar outro medicamento com um princípio ativo presente no antigripal;
  • se o doente não apresentar todos os sintomas que o fármaco trata, acaba por tomar medicamentos sem necessidade;
  • a dose de certas substâncias é inferior à recomendada. Algumas combinações incluem, por exemplo, um miligrama de clorofeniramina, quando um adulto deve tomar quatro miligramas;
  • há ainda os que contêm substâncias sem eficácia comprovada, como a vitamina C.

A solução é tomar medicamentos individuais para cada sintoma. Se tiver febre, por exemplo, tome paracetamol ou ibuprofeno. Caso sofra de alergias, veja com o seu médico se precisa de um anti-histamínico. As dores de garganta, em geral, aliviam com chá morno, limão e mel. Se for mais prático, pode recorrer a um anestésico, como a benzocaína.

 

Recordamos ainda a seguinte informação:

Informação Gripe – USF Serra da Lousã

Gripe, Proteja-se – DGS / SNS

E ainda o artigo já publicado:

Tenho Gripe, e agora?